Desafiando a Zona de Conforto: A Revolução Tecnológica, o Futuro do Trabalho e a Sobrevivência de nossa espécie

Desafiando a Zona de Conforto: A Revolução Tecnológica, o Futuro do Trabalho e a Sobrevivência de nossa espécie

Desafiando a Zona de Conforto: A Revolução Tecnológica, o Futuro do Trabalho e a Sobrevivência de nossa espécie

Por Jean Pasteur

O mundo está em constante evolução, impulsionado pela inovação tecnológica. Do motor a explosão ao xadrez contra máquinas, nossas vidas já foram, em outros épocas, moldadas por avanços que transformaram o mercado de trabalho.

À medida que novas tecnologias surgem, profissões desaparecem e surgem outras. É a nossa capacidade de adaptação que nos permite prosperar nesse cenário em constante mutação.

A invenção do motor a explosão, no início do século 20, foi um marco que revolucionou a indústria e a forma como as pessoas trabalhavam. Máquinas substituíram o esforço humano em tarefas físicas árduas, criando uma demanda por habilidades técnicas. Assim, a sociedade se adaptou, criando profissões ligadas à manutenção e operação desses motores. Mudou-se a grade competências técnicas e comportamentais no sistema educacional.

Em 1985, Garry Kasparov, o campeão mundial de xadrez, foi desafiado por um oponente incomum: um supercomputador chamado "Big Blue" da IBM. Essa partida simboliza a crescente influência da inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho. Kasparov perdeu, mas a humanidade não foi substituída. Em vez disso, a Inteligência Artificial de "Big Blue” ajudou enxadristas a se superarem.

À medida que avançamos no século 21, vemos uma transformação semelhante com as novas gerações de Inteligência artificial.

Gerard Leonhard, futurólogo renomado, enfatiza a necessidade de focar em soluções para os profissionais preocupados com o futuro do trabalho. 

Neste contexto em que vivemos a evolução tecnológica não deve ser vista como uma ameaça, mas como uma oportunidade de encontrar um novo espaço de existência humana que leve a uma vida mais saudável (emocionalmente, fisicamente, mentalmente) ... mais consciente.

Podemos unir nossos valores e virtudes como seres humanos e buscar - aproveitando a oportunidade ímpar que a IA traz de ampliar nossa capacidade de resolver problemas complexos - soluções para não sermos a causa da extinção de nossa própria espécie.

Nos últimos 4,54 bilhoes de anos o planeta passou por 5 “quase extinção” da Vida, a cada vez 70% a 80% das espécies do planeta coram aniquiladas, principalmente as espécies dominantes da época.

 

Nos últimos 4,54 bilhoes de anos o planeta passou por 5 “quase extinção” da Vida, a cada vez 70% a 80% das espécies do planeta coram aniquiladas, principalmente as espécies dominantes da época.

A 1ª Extinção é do Ordoviciano-Siluriano (há cerca de 443-485 milhões de anos ocorreu devido a mudanças climáticas e uma glaciação, afetando principalmente a vida marinha

A 2ª, a do Devoniano (há cerca de 359-375 milhões de anos) foi causada em grande parte pela diminuição dos níveis de oxigênio nos oceanos e afetou principalmente os animais marinhos.

A 3ª, do Permiano-Triássico (há cerca de 252 milhões de anos), a extinção mais devastadora da história da Terra, com estimativas sugerindo que até 96% das espécies marinhas e 70% das espécies terrestres foram extintas, causadas pelas mudanças climáticas.

A 4ª Extinção data do Triássico-Jurássico (há cerca de 201 milhões de anos) foi resultado de eventos vulcânicos e impactos de asteroides, e afetou principalmente a vida marinha.

A 5ª, do Cretáceo-Paleogeno (há cerca de 65 milhões de anos) que levou à extinção dos dinossauros e é amplamente associada a um grande impacto de asteroide na península de Yucatán, no México, que causou alterações climáticas drásticas.

Todos estes eventos foram devido a mudanças do meio ambiente sem nenhuma consciência do momento vivido pelas espécies dominantes da época.

Agora estamos à beira da 6ª Extinção em massa. 

Os responsáveis? Nos seres humanos

Como? Nos auto enganando e deixando interesses pessoais ou financeiros serem mais importante que a sobrevivência do planeta.
Numa velocidade jamais experimentada pelo nosso ecossistema global, estamos provocando o aquecimento global, aquecendo e acidificando os oceanos, aumentando o dióxido de carbono numa proporção não vista nos últimos 500 milhões de anos. Nos últimos 50 anos reduzimos em média 70% da população de vida selvagem, ameaçando a diversidade genética pelo impacto de nossa forma de nos relacionarmos com a natureza - como se não fôssemos parte dela. E nós não estamos fazendo uma destas coisas, estamos fazendo todas ao mesmo tempo!*

A solução? Assumirmos a responsabilidade como animais mamíferos inteligentes, dotados de neocortex pré-frontal, capazes de entender as consequências de nossos atos coletivamente e globalmente. Bem como indivíduos viventes de um mesmo planeta finito. 

Devemos agir sem terceirizar para empresas, governos, organizações mundiais.  

Nós somos estas empresas, nós somos estes governos, nós somos estas organizações globais, nós somos os consumidores. Nós temos livre arbítrio sobre nosso consumo e sobre a nossa forma de viver. Nós temos a capacidade de gerar diálogo para um bem maior, comum. Nós somos os que tem que cooperar, dialogando e agindo de forma responsável.

Nós somos os que tem que pausar, sentir, meditar, pensar e agir alinhados a nossos valores, nossa ética, nosso propósito! 

*Dados coletados no documentário “ A vida no nosso planeta”

Olá!
Eu sou o Jean Pasteur.

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